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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Show ao vivo de Aline barros em Paraupebas

òtimo show de Aline Barros e banda,realizado em Parauapebas no dia 11-12/2010, o show é claro poderia ser melhr, obs. assista o video.



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Emancipação de Parauapebas

 Da vila de Parauapebas à emancipação

          A  etimologia  do  termo  Parauapebas  remete  às  origens  indígenas  da  região,  aferindo  à palavra  o  significado  de  “rios  de  águas  claras”.    Parauapebas  também  corresponde  à nomenclatura utilizada para designar a microrregião do Pará, subdividida em cinco municípios: Água  Azul  do  Norte,  Canaã  dos  Carajás,  Curionópolis,  Eldorado  dos  Carajás  e  Parauapebas. Todos os municípios citados têm seu surgimento ligado, principalmente, à extração mineral. Em especial,  a  cidade  de  Parauapebas  era  habitada  pelos  índios  Kayapó  e,  esporadicamente,  por alguns coletores de castanha-do-pará que, por meio rio Itacaiúnas, se deslocavam do município de  Marabá  rumo  à  floresta.  Conclui-se  que  antes  mesmo  da  Vale  a  região  já  sofria  com  os impactos ocasionados pelas madeireiras e pecuaristas derrubadores de árvores. A castanheira-do- pará, cujo corte é ilegal, talvez tenha sido a principal vítima do desmatamento até o fim do poder político e econômico dos proprietários dos castanhais.
          Para a implantação do PFC, o município de Marabá e a Vale planejaram a edificação de dois núcleos urbanos que deveriam ter finalidades distintas em meio ao povoado de Rio Verde, onde começaram a surgir as primeiras casas e barracos no lugar onde mais tarde se tornaria um dos maiores bairros do município de Parauapebas. 
          Um  dos  núcleos  urbanos,  denominado  Núcleo  Urbano  de  Carajás  ou  Cidade-empresa, deveria  ser construído no topo da serra e dotado de toda uma infra-estrutura, servindo de abrigo aos  funcionários  da  mineradora  que  trabalhariam  diretamente  na  exploração  mineral.  Já  o segundo núcleo que deveria ser erguido no sopé da serra, chamado de Cidade Nova, objetivava alojar  a  mão-de-obra  empregada  na  EFC,  na  construção  da  Cidade-empresa  e  na  estrada  de acesso à Cidade-empresa.
           Apesar do plano de ocupação urbana de Carajás, os mineiros e goianos que inicialmente convergiram para a região, almejando uma oportunidade de emprego e melhores condições de vida, fizeram da cidade planejada um insuficiente lócus para atender com dignidade às muitas famílias  que  ali  chegavam  (SOUZA  &  PEREIRA,  2008).  O  desmedido  crescimento  da população parauapebense, marginal a estrada PA-275 e isolada dos núcleos urbanos projetados para receber até 5.000 habitantes, superou rapidamente os 20.000 habitantes (PARAUAPEBAS, 2005).
          A luta pela emancipação política de Parauapebas teve início em 1985 e só após cerca de quatro  anos  o  povo  parauapebense  conquistou  a  vitória  através  de  plebiscito.  Tal  feito  foi oficializado no Pará pela Lei Estadual nº 5.443/88 de 10 de maio de 1988 e, apenas no ano de 1989, ocorreu uma eleição para prefeito. Parauapebas localiza-se no sudeste do Estado do Pará, a 645 km da capital Belém. Foi elevado à categoria de município e distrito e sua delimitação territorial remete a data de 17 de janeiro  de  1991,  que  define  o  município  constituído  do  distrito  sede,  na  qual  se  localiza  a prefeitura municipal (IBGE, 2008).
          Parauapebas abriga em suas terras o PFC, um dos principais planos de desenvolvimento contidos  no  PGC,  enquanto  que  Marabá  conta  com  siderúrgicas  de  ferro-gusa.  Graças  à economia arraigada na extração mineral exportadora, no ano de 2007, Parauapebas obteve um repasse de R$ 3,4 milhões correspondente apenas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços  (ICMS),  quase  metade  do  valor  repassado  para  a  capital  do  estado,  Belém  (R$  7,4 milhões), e bem mais do que Marabá, com R$ 2 milhões. Para este mesmo ano os investimentos futuros em novos projetos localizados no estado do Pará totalizarão  US$ 4 bilhões. O recurso previsto é necessário para atender: a expansão do PFC, atingindo uma produção de 100 milhões de toneladas por ano de bens primários, a adequação da EFC para o incremento da produção e a exploração do ferro na Serra Leste de Carajás (BRASILIENSE, 2007).
          Perante  a  decolagem  de  diversos  projetos  minerais  no  Pará  em  menos  de  vinte  anos  o estado será o líder nacional na produção de minérios, fenômeno que vem deixando a cidade de Belém  distante  do  crescimento  econômico  quando  comparada  com  municípios  basicamente
mineradores (BRASILIENSE, 2007).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bancos de parauapebas em greve

Mais um capítulo de uma novela que parece não ter fim. A segunda greve dos bancários de  2010 iniciou oficialmente nessa quarta-feira, justamente no período de pagamento dos servidores públicos, trabalhadores da Vale e outras empresas. A falta de investimento no setor bancário por parte dos "Donos" do banco é mínima, a comodidade de atendimento é horrível, tudo fica pior ainda, quando acontece um evento como esse. Que absurdo! se quem trabalha no banco acha ruim o salário, então é melhor ser engenheiro (a) da Vale que ganha bem e ainda ganha casa para morar.



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